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SUMMARY:Exposição Coletivo SCO2\, de  Camila Otto e André Hauck Curadoria: Guilherme Cunha e Bruno Vilela
DESCRIPTION:O Coletivo SC02\, composto por Camila Otto e André Hauck\, apresenta os projetos Inventariar e Escavar o Invisível\, formados por fotografias e vídeos realizados em momentos distintos no bairro Jardim Canadá em Nova Lima\, região marcada pela peculiar proximidade de áreas industriais\, residenciais e de mineração\, como o Parque do Rola Moça. \nNo projeto Inventariar\, o coletivo utilizou procedimentos baseados em metodologias de catalogação museológicas em que foram coletados diversos objetos cotidianos descartados pelas pessoas\, ressignificados e deslocados para o campo da arte. Escavar o Invisível é um mapeamento visual da ocupação estrutural e territorial do bairro Jardim Canadá. As imagens nos são apresentadas a partir de uma inquietude\, que nos toma diante do silêncio das ruas\, casas e vegetações registradas. \n  \nFoto: Coletivo SCO2 – Camila Otto e André Hauck – Inventariar
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SUMMARY:Exposição Memorial Itinerante – Africanidades No Aglomerado da Serra
DESCRIPTION:O Memorial Minas Gerais Vale leva ao Centro Cultural Vila Fátima\, no Aglomerado da Serra\, a exposição composta por uma reprodução de seis ambientes do museu que dialogam com a presença da cultura africana na formação de Minas Gerais. \nConfira os horários: \nTerça a sexta\, das 9h às 18h\, e sábado\, das 10h às 14h. \nEste evento integra a Semana de Museus. \n  \n \n  \nEntrada gratuita\, sujeita a lotação.
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CATEGORIES:esconder no domingo
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SUMMARY:Experiências no Memorial Junho
DESCRIPTION:O Educativo do Memorial Minas Gerais Vale convida você para novas experiências de aprendizagem\, descoberta\, encantamento e aproximação com a arte\, a história e a cultura mineiras. Em junho\, serão realizadas as seguintes ações educativas: \n  \nCartas a Olivetti \nCarlos Drummond de Andrade\, para além da genialidade dos textos em versos e prosa\, escreveu cartas a inúmeros escritores e artistas\, sendo as correspondências um espaço para reflexão de seu fazer artístico. Buscamos\, por meio desta atividade\, resgatar o exercício da escrita de cartas endereçando-as a personagens de Drummond. O papel\, o destinatário e a máquina de escrever provocam um diálogo íntimo e confessional\, no qual o leitor/remetente compartilha suas experiências. \n  \nSussurros Poéticos \nNo sussurro há sempre algo a ser revelado\, escondido nas quinas\, nas ranhuras ou dobraduras\, no canto dos olhos ou pelos cantos do Memorial. Essa ação visa proporcionar o encontro entre visitantes e esculturas poéticas\, no qual a dobradura também espera ser aberta e revelada. \nPrimeiro revele-me\, depois leve-me e em seguida faça-me do outro! \n  \nArte-Palavra \nFragmentos de poemas e citações de escritores mineiros se emaranham numa teia de letras e palavras e\, assim\, o público é convidado a elaborar narrativas pessoais\, criando-se novas poesias. \nConheça o Memorial Minas Gerais Vale com um educador \nSábados: às 13h\, 14h e 15h. \nDomingos: às 11h\, 12h\, 13h\, 14h e 14h30. \nVisitas realizadas em grupos de até dez pessoas\, com duração de uma hora cada.
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SUMMARY:Exposição Afetos\, de Edgar Rocha
DESCRIPTION:Paulistano\, filho de pai português e mãe húngara\, Edgar Rocha aportou ao Maranhão em 1971 como assistente de um filme. Três anos depois\, mudou-se definitivamente para a terra que nunca mais deixou. \nEm sua longa trajetória maranhense\, Edgar registrou como ninguém o patrimônio cultural\, retratou mestres em seus ofícios\, sobretudo os navegadores e os carpinteiros navais\, recuperou imagens históricas\, dialogou com as paisagens e imensidões deste norte brasileiro. \nSeu trabalho mostra duas características muito marcantes: a luz âmbar\, morna\, que nos aproxima da imagem capturada. E um fascínio pelos saberes\, pelas tradições e pelo jeito de ser dos negros do Maranhão\, o que registra de maneira intimista e verdadeiramente amorosa (trechos do texto da curadora Paula Porta). \nA exposição Afetos\, exibida no Centro Cultural Vale Maranhão entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018\, chega ao Memorial Vale\, em Belo Horizonte\, como parte do Programa de Itinerância Cultural\, uma iniciativa da Fundação Vale com o patrocínio da Vale. O programa\, que tem amplitude nacional\, por meio de uma ação integrada prevê a troca de conteúdo artístico e cultural entre os quatro espaços culturais patrocinados pela Vale\, localizados em quatro das cinco regiões brasileiras\, além de ações de valorização da identidade cultural em municípios pelo interior do país.
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SUMMARY:Ideografias: Esperar Pelo Poema Entre o Cósmico e o Telúrico
DESCRIPTION:Ideografias convida Júlia de Carvalho Hansen. \nNa prática da escrita de poesia\, cada vez menos o gesto de escrever é induzido pela poeta. Ela espera pelo poema enquanto vive o seu cotidiano entre outras tarefas\, tentando estar sempre disponível e à espera do momento da escrita. Pode demorar minutos ou meses. O poema acaba por aparecer quando está distraída\, mas não esquecida de que o esperava. Afinal\, estar à espera do momento é também uma atenção\, uma postura perante o que vive a autora e ao seu redor. É um treino\, talvez uma ética\, um modo de estar a postos para domar o poema quando for a hora de articular suas ligações entre céu e terra\, através de palavras tão visuais quanto sonoras. Júlia suspeita que escrever talvez seja traçar uma refinada articulação entre a sensibilidade de um corpo vivo e o que ele tateia ao redor: o ar\, a terra\, os outros seres vivos\, os animais e as plantas. \nO projeto Ideografias é uma parceria do Memorial Minas Gerais Vale com o curso Processos Criativos em Palavra e Imagem\, do IEC PUC Minas. \nCuradoria: Renata Alencar e Tailze Melo. \n  \nEntrada gratuita\, sujeita a lotação.
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SUMMARY:Lançamento do livro Museus e Etnicidade\, de Nila Rodrigues Barbosa. Appris Editora
DESCRIPTION:O livro Museus e Etnicidade discute o conceito de etnicidade aplicado a museus históricos. Dois museus de Minas Gerais\, criados pelo antigo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Sphan\, são os objetos de estudo: Museu da Inconfidência (Ouro Preto) e Museu do Ouro (Sabará). Problematiza-se a ação museológica do Sphan para os dois museus e analisa-se a textualização da comunidade imaginada como nação brasileira\, impressa nas narrativas expositivas das duas instituições museais. A obra possui prefácio da professora Dr.ª Josemeire Alves Pereira. \nEntrada gratuita\, sujeita a lotação.
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