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SUMMARY:Exposição “Araetá: a literatura dos povos originários”
DESCRIPTION:A exposição apresenta a produção literária de escritores indígenas de 1998 até hoje. Entre as 305 etnias existentes no Brasil\, 40 diferentes povos têm a literatura representada na contemporaneidade\, compondo uma produção literária vasta. A exposição abarca povos indígenas da Amazônia\, Caatinga\, Cerrado\, Mata Atlântica e Pantanal\, representados por fotos e escritores. \nA Exposição “Araetá: a literatura dos povos originários” tem patrocínio do Instituto Cultural Vale. \n A exposição acontece do dia 31/08/2023 a 05/11/2023 \n Evento gratuito \n Fotografia : Luiza Palhares \n Memorial Vale – Praça da Liberdade\, 640 – Savassi
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SUMMARY:Exposição Sob o Mesmo Céu\, de Sylvie Moyen
DESCRIPTION:Exposição de fotografias da mineira Sylvie Moyen\, apresentando imagens de viagens ao Peru\, Papua Nova Guiné\, Mongólia\, Myanmar e Índia. Nascida em Belo Horizonte (1973)\, Sylvie Moyen é filha de imigrantes europeus. Ainda criança\, ela ficou fascinada pela pequena máquina que seu pai carregava no pescoço e aprendeu com ele a fazer pequenos registros de viagens em família. No ateliê de sua mãe ela tinha pequenas funções como a de misturar tintas e criar novas cores. É bacharel em Comunicação Social pela UFMG (1994) e mestre em Belas Artes (MFA) pela Indiana University (Bloomington\, 1999)\, onde foi premiada com a bolsa de estudos: Knote Scholarship Award 1997/1998. Durante mais de 20 anos trabalhou como designer gráfica\, sempre tendo a fotografia como atividade paralela. Em 2017 migrou definitivamente para a fotografia\, unindo duas paixões: viajar pelo mundo e realizar registros poéticos de sua diversidade. \nIntegra o projeto Mostra de Fotografia\, com curadoria de Eugênio Sávio. \n A exposição acontece do dia 09/09/2023 a 28/01/2024 \n Evento gratuito \n Cafeteria do Memorial Vale – Praça da Liberdade\, 640 – Savassi
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SUMMARY:Exposição Rios de lembranças: (en)cantos das lavadeiras de Almenara\, de Jessica Marroques
DESCRIPTION:As memórias constroem retalhos na costura de um rio largo de afetos. Onde eu nasci\, passa um rio. Onde a maioria de nós nascemos\, crescemos e vivemos ainda passa um rio. Suas águas revelam as vidas de mulheres lavadeiras\, que guardam a sabedoria dos cantos e dos sonhos a procura do tempo. \n  \nJéssica Marroques nasceu nas margens do Ribeirão Arrudas\, em Contagem/MG. Das águas que ali brotavam escutava de sua avó a memória de um rio vivo e forte. Esta é a paisagem que emerge na pesquisa da artista\, em um diálogo entre o passado e presente\, buscando evidenciar a práticas dos trabalhos manuais. Em sua trajetória acadêmica\, é licenciada em Artes Visuais (UEMG) e bacharel em Cinema e Audiovisual (UNA). É especialista em Arte e Movimento\, mestra em Estudos do Lazer (UFMG) e doutoranda em Educação (UFMG). \n  \nIntegra o projeto Novos Pesquisadores\, do Educativo MMGV. \n  \n A exposição acontece do dia 16/09/2023 a 25/02/2024 \n Evento gratuito \n Cafeteria do Memorial Vale – Praça da Liberdade\, 640 – Savassi
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SUMMARY:17ª Primavera dos Museus - Memórias e democracia
DESCRIPTION:A 17ª Primavera dos Museus\, organizada pelo IBRAM\, em 2023\, leva o tema Memórias e Democracia: pessoas LGBT+\, indígenas e quilombolas para dentro dos Museus\, oferecendo oportunidades para refletirmos sobre a construção da democracia de seus agentes. \nAs memórias dos povos indígenas são essenciais para preservar suas culturas\, línguas e conhecimentos ancestrais. Muitas comunidades indígenas enfrentaram séculos de colonialismo\, exploração e opressão que causaram a perda de terras\, a destruição de tradições e a negação de seus direitos fundamentais. \nA democracia efetiva para os povos indígenas implica o respeito aos seus direitos de autodeterminação\, consulta e consentimento livre\, prévio e informado sobre questões que afetam suas terras e comunidades\, em uma abordagem inclusiva que valorize suas memórias e perspectivas. \nDurante a 17ª Primavera dos Museus\, o Memorial Vale apresenta ao público a vasta produção literária dos povos originários do Brasil\, registros fotográficos\, ações educativas e performance. \n  \nDe 18 a 24 de Setembro no Memorial Vale  \n  \nExposição “Araetá: a literatura dos povos originários” \nDe 31/08/2023 a 05/11/2023 \nA exposição apresenta a produção literária de escritores indígenas de 1998 até hoje. Entre as 305 etnias existentes no Brasil\, 40 diferentes povos têm a literatura representada na contemporaneidade\, \ncompondo uma produção literária vasta. A exposição abarca povos indígenas da Amazônia\, Caatinga\, Cerrado\, Mata Atlântica e Pantanal\, representados por fotos e escritores. \nA Exposição “Araetá: a literatura dos povos originários” tem patrocínio do Instituto Cultural Vale. \n___________________________________________________________________ \nExposição Sob o mesmo céu\, de Sylvie Moyen \nDe 09/09/2023 a 28/01/2024 \nExposição de fotografias da mineira Sylvie Moyen\, apresentando imagens de viagens ao Peru\, Papua Nova Guiné\, Mongólia\, Myanmar e Índia. \nNascida em Belo Horizonte (1973)\, Sylvie Moyen é filha de imigrantes europeus. Ainda criança\, ela ficou fascinada pela pequena máquina que seu pai carregava no pescoço e aprendeu com ele a fazer pequenos registros de viagens em família. No ateliê de sua mãe ela tinha pequenas funções como a de misturar tintas e criar novas cores. É bacharel em Comunicação Social pela UFMG (1994) e mestre em \nBelas Artes (MFA) pela Indiana University (Bloomington\, 1999) onde foi premiada com a bolsa de estudos: Knote Scholarship Award 1997/1998. Durante mais de 20 anos trabalhou como designer gráfica\, \nsempre tendo a fotografia como atividade paralela. Em 2017 migrou definitivamente para a fotografia\, unindo duas paixões: viajar pelo mundo e realizar registros poéticos de sua diversidade. \n  \nIntegra o projeto Mostra de Fotografia\, com curadoria de Eugênio Sávio. \n_________________________________________________________________ \nExposição Corre um rio de lembranças nas encantadas lavadeiras de Almenara\, de Jessica Marroques \nDe 16/09/2023 a 31/12/2023 \nAs memórias constroem retalhos na costura de um rio largo de afetos. Onde eu nasci\, passa um rio. Onde a maioria de nós nascemos\, crescemos e vivemos ainda passa um rio. Suas águas revelam as vidas de mulheres lavadeiras\, que guardam a sabedoria dos cantos e dos sonhos a procura do tempo. \nJéssica Marroques nasceu nas margens do Ribeirão Arrudas\, em Contagem/MG. Das águas que ali brotavam escutava de sua avó a memória de um rio vivo e forte. Esta é a paisagem que emerge na pesquisa da artista\, em um diálogo entre o passado e presente\, buscando evidenciar a práticas dos trabalhos manuais. Em sua trajetória acadêmica\, é licenciada em Artes Visuais (UEMG) e bacharel em Cinema e Audiovisual (UNA). É especialista em Arte e Movimento\, mestra em Estudos do Lazer (UFMG) e doutoranda em Educação (UFMG). \nIntegra o projeto Novos Pesquisadores\, do Educativo MMGV. \n\nDa Terra: espetáculo performativo\, com Jonata e Nayara Leite \nDia 28/09\, às 19h \nO espetáculo memora as heranças transmitidas pelos \nsaberes das plantas\, na instauração de um corpo quintal que se estabelece por meio de um mascaramento realizado com folhas\, frutos\, raízes e legumes do dia a dia afro-indígena brasileiro. O objetivo do trabalho é sensibilizar o público para o legado afro-indígena no cotidiano\, por meio da relação com a terra\, compreendendo seus ciclos de plantar e colher. \nJonata\, cria das Minas Gerais\, JONATA é artista da escrita\, das artes visuais\, do cinema e das artes do corpo. É também Professor\, Gestor Cultural e Geógrafo\, atuando como curador em residências artísticas\, festivais culturais e seminários. Fundou e permanece integrante da Companhia Artística TeAto do Amanhã\, da equipe criativa Paubrasil\, e da Escola Indisciplinada. \nNayara Leite nasceu em Ribeirão das Neves (MG) e iniciou seus estudos teatrais na escola de arte Valores de Minas (2014). É formada em Licenciatura e Técnico em Teatro pela UFMG. Em sua trajetória artística\, integra a Companhia Teatro do Amanhã e é uma das idealizadoras do projeto A Minha Família Conta\, que investiga o ato de recontar histórias familiares. \n  \nIntegra o projeto Convocatórias 2022. \nRetirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um ingresso por pessoa. Lugares limitados. \n  \n\nContação de histórias \nSábados e domingos\, às 10h30 \nÉ contando histórias que os povos originários mantêm suas memórias vivas. Inspirados nessa tradição\, convidamos as famílias a se reunirem em roda para ler e ouvir histórias encantadas da literatura feita por autores indígenas brasileiros. \n\nVisitas mediadas \nSábados e domingos\, às 11h e às 15h \nO que podemos aprender com a literatura feita pelos povos originários do Brasil? A partir da exposição Araetá o Educativo MMGV convida os visitantes a partilharem novas descobertas sobre a literatura brasileira protagonizada por autores indígenas. \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:Festival Os Sons do Brasil
DESCRIPTION:Quais são os sons do Brasil? Uma variedade de gêneros: samba\, choro\, \nMPB\, bossa nova e ritmos regionais. Do baião ao xaxado\, do axé ao rock’n roll e a música clássica. O projeto “Já Raiou a Liberdade – Os Sons do Brasil” é uma celebração da musicalidade e cultura brasileira. \nConfira a programação no Memorial Vale: \n Dia 23/09\, sábado \n11h Show Direto no Coração\, com Claudio Nucci \nClaudio Nucci\, violonista\, apresenta o seu novo show\, Direto no Coração. Repertório versátil e músicas que marcaram época na sua trajetória com o Boca Livre. \n15h – BondeGal\, com Aline Paes e Bondesom \nBondeGal é a junção de três potências: a força e a amplitude da voz de Aline Paes\, o balanço pulsante do Bondesom e o repertório da inigualável Gal Costa. A gama de paisagens sonoras que o repertório de Gal propõe é terreno fértil para a criatividade dos músicos. Gal era reconhecida por gravar coisas diferentes e todo esse amálgama ganha identidade própria neste projeto. \nFestival Os Sons do Brasil tem patrocínio do Instituto Cultural Vale. \n Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um ingresso por pessoa. Lugares limitados. \n https://www.instagram.com/festivalsonsdobrasil/ \n Fotografia : Vitrine Comunicação \n Memorial Vale – Praça da Liberdade\, 640 – Savassi \n 
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